E-comunicação

Agregando valor com a imprensa

Nemércio Nogueira

Graças ao grande avanço da gestão empresarial no Brasil, ninguém mais duvida de que o bom relacionamento com a mídia não só é indispensável como efetivamente agrega valor às empresas e marcas.
 
Mas por que isso acontece e de que forma esse investimento produz incremento ao valor das companhias? Primeiramente vamos raciocinar pela ótica da defesa institucional da imagem da empresa.
 
O avanço da democracia exige que pessoas, entidades, órgãos públicos e empresas se exponham cada vez mais ao julgamento do público. E a mídia é fundamental nesse processo.
 
O crescimento exponencial das comunicações, que amplia todas as liberdades, também potencializa o papel da mídia: TV, rádio, jornais, revistas, blogs, websites e o que mais surgir.
 
A empresa que investe em Relações Públicas e no relacionamento com a mídia estará preparada, com normas e procedimentos, para enfrentar as questões e emergências de comunicação jornalística no caso de crises institucionais.
 
Seus executivos também estarão pessoalmente preparados. E essa preparação pessoal — mediante workshops de media training, por exemplo — é da maior importância, porque nenhuma empresa tem voz própria. Elas só falam pela boca de seus executivos, nem sempre donos de talento inato para fazer pronunciamentos públicos, dar entrevistas e suportar a pressão de uma entrevista coletiva no ambiente constrangedor de uma crise de imagem institucional da empresa.
 
Investir no relacionamento com a mídia ajuda também a evitar ou combater boatos. A divulgação sistemática dos fatos relevantes da vida da empresa e de suas marcas não só permite que a opinião pública e os jornalistas as conheçam — podendo, assim, construir uma muralha de credibilidade que impeça que qualquer boato prospere —, mas também cria uma interface permanente com a imprensa, que facilita o diálogo e os esclarecimentos.
 
O resultado publicado das entrevistas dos executivos da empresa será melhor se eles receberem treinamento para isso (media training). Preparando previamente suas entrevistas, prevendo as perguntas mais incômodas, enumerando as principais mensagens que pretendem transmitir, conhecendo as técnicas de perguntas e respostas, suas entrevistas serão mais eficazes sob o aspecto do interesse da empresa e do próprio perfil público do executivo.
 
Quando a empresa tiver necessidade de se relacionar mais intensamente com os jornalistas, os canais de comunicação estarão azeitados com eles e facilmente utilizáveis se a firma investir permanentemente no relacionamento com a imprensa.
 
Sempre que precisar recorrer aos jornalistas, a empresa terá possibilidade de acesso em clima cordial, graças à credibilidade construída ao longo do tempo em que ela investe nesse relacionamento.
 
Passando da defensiva para a ofensiva, vejamos alguns aspectos em que a empresa poderá apoiar-se na imprensa para promover proativamente sua reputação institucional e a de suas marcas.
 
Com a crescente importância da boa governança corporativa para que a empresa tenha imagem favorável, a divulgação jornalística e a abertura da empresa para prestar esclarecimentos à imprensa são de grande valia a fim de demonstrar à opinião pública a transparência da gestão.
 
O investimento em relações com a mídia também facilita a divulgação de fatos positivos da vida de uma empresa — novos investimentos, fábricas, iniciativas negociais, atividades de preservação ambiental etc.
 
A divulgação das mensagens e posicionamentos institucionais de uma empresa é igualmente favorecida quando ela dispõe de relação permanente e regular com os jornalistas, tornando mais fácil recorrer à imprensa para dar ao público suas opiniões sobre medidas governamentais, circunstâncias de mercado etc.

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45 mil brasileiros serão reconhecidos pela impressão digital nas eleições 2008

 Adriano Camargo

Cerca de 45 mil eleitores serão reconhecidos pelas impressões digitais no próximo domingo, 5/10, nas Eleições 2008 que vão eleger prefeitos e vereadores municipais. Eles vão votar em urnas biométricas, tecnologia para coibir fraudes, que será adotada pela primeira vez no Brasil em três cidades escolhidas para teste que são: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).

O uso da biometria foi implantado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reforçar a segurança no processo de votação. Os eleitores das três cidades foram cadastrados previamente num banco de dados, que armazenou fotos e suas impressões digitais. No dia da eleição, seus dados biométricos serão checados com o título de eleitor. O TSE espera que em dez anos, todos os Estados do Brasil tenham urnas com leitores biométricos.

“Eliminamos a possibilidade de um eleitor votar pelo outro”, afirma Giuseppe Dutra Janino, secretário de tecnologia da informação do TSE. Ele ressalta que nas três cidades o processo de identificação fica a cargo do próprio eleitor, e não mais do mesário. “Com o uso desta tecnologia, o tempo que o eleitor leva para votar permanece o mesmo, podendo até ser reduzido”. 

Voto seguro 

 As urnas eletrônicas que serão usadas no pleito de 2008, além do uso da biometria vão adotar o sistema operacional Linux. As duas tecnologias fazem parte da estratégia do governo a fim de “melhorar a segurança e a transparência do processo”, destaca Janino. ”Há vários questionamentos em relação a este processo, mas, nos 12 anos em que o Brasil se utiliza de urnas eletrônicas, nenhuma fraude foi comprovada”, afirmou.

A decisão de substituir os sistemas operacionais VirtuOS e Windows CE pelo Linux em todas as 480 mil urnas do país terá vantagens, de acordo com o secretário de TI do TSE. “Uma delas é a economia”, segundo ele, já que o órgão de governo não terá mais de comprar licenças dos antigos sistemas proprietários.

Outras vantagens da utilização da plataforma aberta na urna eletrônica são: padronização, pois é possível utilizar Linux em todos os modelos de urna; transparência, por se tratar de software de código aberto disponível ao público em geral e pode ser auditado livremente.

O secretário de TI do TSE destaca ainda a independência, já que o desenvolvimento será realizado pela própria equipe técnica do órgão, não haverá dependência de fabricante ou fornecedor. Ele reconhece que foi preciso desenvolver todos os softwares novamente para a troca ao sistema Linux, mas ressalta que “o custo do desenvolvimento se paga na medida em que não se pagará mais pelos sistemas nas próximas contratações”.

Outra tentativa de se garantir total transparência no pleito é a presença de uma auditoria externa. Em toda eleição, uma comissão chefiada pelo juiz eleitoral sorteia algumas urnas para acompanhar seu desempenho no dia da eleição.

Neste ano, o processo que já conta com câmeras que filmam a operação da urna, também terá a presença da auditoria Moreira e Associados, selecionada para acompanhar o processo. “O Brasil tem 27 regionais e, em cada uma delas, quatro urnas são sorteadas para a auditoria”, explicou Janino.

O ciclo de contratação de novas urnas é de dois anos, de acordo com o crescimento demográfico. O Brasil tem atualmente cerca de 130 milhões de eleitores, número que cresce em média 6% a cada dois anos, segundo o secretário de TI do TSE.

Quando faltam seis meses para as eleições, o TSE abre todas as linhas de códigos para que órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e representantes dos partidos políticos atestem sua legitimidade, antes das urnas serem lacradas digitalmente.

Eleições informatizadas

O voto na urna eletrônica no Brasil foi implantado a partir de 1996, nas eleições municipais daquele ano. Segundo os critérios estabelecidos pelo TSE, apenas os municípios com mais de 200 mil eleitores e as capitais utilizaram-se da urna eletrônica.

Em 1998, o processo de votação eletrônica foi ampliado, e teve seu critério alterado, alcançando todos os municípios com mais de 40.500 eleitores.
Finalmente, em 2000, pela primeira vez no Brasil, as eleições foram informatizadas em 100% do território nacional

 

Fonte: WNews – UOL

Postado por Gabriela Barros e Gabriela Dulon

 

 

 

 

O Google quer invadir o seu celular

 

DIVULGAÇÃO

ABRE E FECHA – O primeiro celular com o Android, o G1, tem um tecladão completo; basta arrastar a tela

 

 

 

 

Conheça os detalhes do G1, que foi lançado semana passada e quer integrar os serviços do buscador com os fones

Filipe Serrano

 

 

Há mais de um ano uma pergunta rondava o mundo da tecnologia: qual seria a intenção da maior empresa de internet ao desenvolver um telefone celular? Na última terça-feira, os criadores do Google – que entraram no evento de lançamento de patins nos pés (na foto) – deram a resposta. A seu modo.

 

Durante a apresentação do primeiro telefone com o Android – o sistema operacional para celulares criado pela empresa do famoso buscador –, Larry Page e Sergey Brin afirmaram que a idéia de vender anúncios para celular não estava entre os objetivos principais (você acredita?).
Segundo eles, o G1, como foi batizado o novo telefone, serviria mesmo para que as pessoas usassem os serviços do Google além do computador. Ah, bom…

O que se percebe é que o celular – na verdade, mais o Android do que o aparelho – permite navegar na web com tanta facilidade quanto em um computador. Segundo Page e Brin, os patins nos pés serviam para mostrar isso. Afinal, as pessoas não carregam consigo um laptop quando vão deslizar por aí. Já o celular está sempre à mão. E, dentro dele, o Gmail, o Google Maps, o Orkut, o Gtalk, o YouTube, o Google Docs, o Google Reader, etc. Espertos os dois patinadores, não?

De fato, o G1 – assim como os futuros aparelhos que virão com o Android – é totalmente integrado com os serviços do Google. Ao criar um novo contato no telefone, o nome, o número e o e-mail da pessoa são gravados automaticamente no Gmail. Além disso, se o endereço estiver cadastrado, basta clicar sobre ele para abrir uma janela do Google Maps, que mostrará onde fica a casa do sujeito.

E, quando você adiciona um novo compromisso à agenda do Google Calendar, a data também é marcada no calendário do celular. Dá até medo pensar que o todo-poderoso Google vai organizar o seu dia-a-dia mesmo fora do PC. Quer ver como funciona? Veja o vídeo em www.google.com/mobile/android.

A Apple já havia feito algo similar quando lançou o iPhone 3G, à venda no Brasil desde sexta. Mas a diferença é que seus serviços integrados custam US$ 99 e são bem menos populares do que os sites do Google.

À LA IPHONE
O telefone do Google, aliás, é um dos poucos que parece ser tão fácil de usar quanto o tão incensado iPhone. Tem uma tela de três polegadas sensível ao toque, por meio da qual é possível arrastar janelas. Sob a tela surge um tecladão com tantas teclas quanto o de um computador, o que facilita a digitação.

Arrastando o dedo de baixo para cima na tela, aparece o menu do celular, bastante parecido com o da maioria dos aparelhos, com opções de ferramentas, configurações, imagens e músicas, entre outras.

Mas, na parte de cima da tela, há o que o Google chama de “barra de status”. É lá que são exibidos os alertas de mensagens de textos recebidas, os bate-papos do Gtalk, os e-mails e os compromissos da agenda. Para abrir a barra, é só arrastar o dedo no sentido inverso do menu, de cima para baixo.

Além disso, há várias áreas de trabalho nas quais o usuário pode colocar botões para suas funções preferidas, como ícones para mensagens de texto, contatos, e-mail, câmera, entre outras.

Entre os pontos negativos, o celular, fabricado pela taiwanesa HTC, não tem um design tão atrativo, ficando aquém até mesmo de outros modelos do mesmo fabricante.

BRASIL FORA DOS PLANOS
Nem a HTC nem o Google têm uma previsão de quando o G1 chegará por aqui. O telefone começará a ser vendido nos Estados Unidos em outubro, por US$ 179, e no Reino Unido em novembro, onde poderá até ser gratuito, conforme o plano assinado.

Por enquanto apenas a operadora T-Mobile terá a novidade. Inclusive, o nome foi dado pela operadora. O nome da HTC é outro, Dream.

Segundo as empresas, outros países da Europa deverão ser os próximos a receber o aparelho no decorrer de 2009.

Ou seja, mais uma vez ficamos de fora.

 

 

 

 

fonte: LINK – Notícias/celular: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=14637

Postado por: Daniella Corsi e Fabíola Shalders

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Chega ao Brasil o Nimbuzz, software que é o

símbolo mundial de mobilidade, convergência e economia

 

O programa, um dos mais inovadores do mundo,  conecta o telefone celular e o computador a comunicadores instantâneos , às redes sociais e aos blogs – tudo em um só lugar e de graça.

 

A empresa holandesa Nimbuzz (www.nimbuzz.com) anunciou em maio sua chegada ao Brasil e o lançamento de seu exclusivo comunicador instantâneo no país, que oferece uma solução completa de integração para celulares, computadores e redes sociais. Por meio desse programa, considerado um dos mais inovadores do mundo, é possível realizar chamadas de voz, trocar mensagens de texto em tempo real, conversar em grupos e compartilhar arquivos tanto pelo computador como pelo celular – e o que é melhor, agregando de forma gratuita e num único aplicativo, os programas de mensagens instantâneas (como Google Talk, Skype e Windows Live Messenger), as redes sociais (como Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn etc.) e sites, incluindo blogs.

Utilizar o Nimbuzz é muito fácil. Basta entrar no site www.nimbuzz.com e realizar o download gratuito do aplicativo para o computador. É possível formar uma lista única de amigos que já existem no Google Talk, no Windows Live Messenger, no  AIM, no Yahoo! Instant Messenger, no Jabber e no ICQ. 

O mesmo processo pode ser feito no celular, conectando-se à internet pelo telefone e baixando o programa instalador em get.nimbuzz.com. O aplicativo Nimbuzz é compatível com mais de 500 modelos de aparelhos celulares.

 “A geração digital brasileira navega nas redes sociais, tem blog, fala com os amigos nos softwares de mensagens instantâneas e não sai do celular. A Nimbuzz percebeu isso e criou uma solução sob medida para a Web 2.0, afirma Carlos Medina, principal executivo da Nimbuzz no Brasil. “Nosso programa contempla os principais programas de instant messaging e redes sociais e é gratuito”, diz ele. “É praticamente impossível não se comunicar com o Nimbuzz.” 

 

Sobre a Nimbuzz

 

O aplicativo Nimbuzz nasceu da visão de conectar os quase 3 bilhões de usuários de telefones celulares do mundo com os 1,5 bilhão de internautas – em tempo real e de forma gratuita. Para mais informações, visite www.nimbuzz.com.

 

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN  

 

 

 

IBOPE começa a medir redes sociais na internet O IBOPE NET/Ratings lançou seu mais novo produto: uma metodologia para coletar informações sobre o comportamento do usuário de redes sociais. A ferramenta usada para coletar esses dados é o Coleta RS, uma parceria do IBOPE com a Universidade de São Paulo. Esse robô é programado para fazer um apanhado das comunidades do Orkut, com base em instruções dadas pelo Ibope. “A partir de um tema, conseguimos iniciar a pesquisa. Os 50 últimos membros a participar de uma comunidade são mapeados e a partir deles mapeamos a participação em outras comunidades” explicou Alexandre Magalhães, gerente de análise do IBOPE. “A intenção é entregar ao mercado um medidor mais profundo dessas mídias sociais. É o consumidor do futuro que está na rede social. O impacto pode ser muito rápido. Tratar essas comunidades com a importancia que elas merecem é obrigacao das empresas”.

Os resultados de uma primeira análise mais mercadológica definem que o usuário que gosta de uma marca passa mais tempo numa comunidade sobre ela do que no site institucional. No setor automotivo, por exemplo, o tempo de uso médio por pessoa na internet residencial está concentrado em cerca de 14 minutos por mês para os sites de automóveis e mais de 4 horas nas comunidades sobre automóveis. Uma diferença gritante, de 1,864%.

Os números envolvem somente a plataforma de rede social Orkut, do Google, e as comunidades dentro dela. Nesse primeiro momento, o robô coleta informações apenas do Orkut, mas a idéia, segundo Alexandre Crivelaro, diretor de inovação do IBOPE, é melhorar a ferramenta gradativamente não só para alcançar outras redes, mas também realizar um trabalho qualitativo. “É um trabalho novo, em evolução. Nosso próximo passo seria identificar pessoas que podem influenciar outras pessoas”, comentou. “Imagine essa metodologia aplicada para mapear as reações sobre polícita”, acrescentou Magalhães. Hoje o IBOPE já tem seu braço para audiência na internet, o NETRatings. Segundo o IBOPE, o Coleta RS será um produto complementar, que por ventura terão os dados cruzados para venda de papers e pesquisas customizadas.

Fonte: http://www.consumidormoderno.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&id_subcanais=5&id_noticia=14442&colunista=1

Comentário pessoal: É possível notar que as empresas estão começando a perceber cada vez mais que as redes de relacionamento como o Orkut, Facebook e MySpace podem ser uma ótima fonte de opinião pública porque as pessoas, em geral a maioria, podem expressar os seus pensamentos de uma forma honesta, independentemente da conseqüência. Assim, as empresas podem avaliar o impacto sobre o seu produto ou a sua marca pela rede de relacionamento a fim de avaliar sobre o destino. Com essa notícia, as empresas têm a chance de criar o perfil padrão de um consumidor para poder elaborar um produto ou, então, inovar a sua marca seguindo as tendências consumistas.

Postado por Bruna Gouveia e Bruno Galante – 6º HRN / Agosto de 2008

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15 empresas que levam o blog corporativo a sério

 

Fonte: Postado por Ana Cláudia G. e Andréia M.- 6º HRN / Agosto de 2008

 

 

Conheça os detalhes do G1, que foi lançado semana passada e quer integrar os serviços do buscador com os fones

 

 

 

 

 

Filipe Serrano

Há mais de um ano uma pergunta rondava o mundo da tecnologia: qual seria a intenção da maior empresa de internet ao desenvolver um telefone celular? Na última terça-feira, os criadores do Google – que entraram no evento de lançamento de patins nos pés (na foto) – deram a resposta. A seu modo.

Durante a apresentação do primeiro telefone com o Android – o sistema operacional para celulares criado pela empresa do famoso buscador -, Larry Page e Sergey Brin afirmaram que a idéia de vender anúncios para celular não estava entre os objetivos principais (você acredita?).

Segundo eles, o G1, como foi batizado o novo telefone, serviria mesmo para que as pessoas usassem os serviços do Google além do computador. Ah, bom…

O que se percebe é que o celular – na verdade, mais o Android do que o aparelho – permite navegar na web com tanta facilidade quanto em um computador. Segundo Page e Brin, os patins nos pés serviam para mostrar isso. Afinal, as pessoas não carregam consigo um laptop quando vão deslizar por aí. Já o celular está sempre à mão. E, dentro dele, o Gmail, o Google Maps, o Orkut, o Gtalk, o YouTube, o Google Docs, o Google Reader, etc. Espertos os dois patinadores, não?

De fato, o G1 – assim como os futuros aparelhos que virão com o Android – é totalmente integrado com os serviços do Google. Ao criar um novo contato no telefone, o nome, o número e o e-mail da pessoa são gravados automaticamente no Gmail. Além disso, se o endereço estiver cadastrado, basta clicar sobre ele para abrir uma janela do Google Maps, que mostrará onde fica a casa do sujeito.

E, quando você adiciona um novo compromisso à agenda do Google Calendar, a data também é marcada no calendário do celular. Dá até medo pensar que o todo-poderoso Google vai organizar o seu dia-a-dia mesmo fora do PC. Quer ver como funciona? Veja o vídeo em www.google.com/mobile/android.

A Apple já havia feito algo similar quando lançou o iPhone 3G, à venda no Brasil desde sexta. Mas a diferença é que seus serviços integrados custam US$ 99 e são bem menos populares do que os sites do Google.

À LA IPHONE
O telefone do Google, aliás, é um dos poucos que parece ser tão fácil de usar quanto o tão incensado iPhone. Tem uma tela de três polegadas sensível ao toque, por meio da qual é possível arrastar janelas. Sob a tela surge um tecladão com tantas teclas quanto o de um computador, o que facilita a digitação.

Arrastando o dedo de baixo para cima na tela, aparece o menu do celular, bastante parecido com o da maioria dos aparelhos, com opções de ferramentas, configurações, imagens e músicas, entre outras.

Mas, na parte de cima da tela, há o que o Google chama de “barra de status”. É lá que são exibidos os alertas de mensagens de textos recebidas, os bate-papos do Gtalk, os e-mails e os compromissos da agenda. Para abrir a barra, é só arrastar o dedo no sentido inverso do menu, de cima para baixo.

Além disso, há várias áreas de trabalho nas quais o usuário pode colocar botões para suas funções preferidas, como ícones para mensagens de texto, contatos, e-mail, câmera, entre outras.

Entre os pontos negativos, o celular, fabricado pela taiwanesa HTC, não tem um design tão atrativo, ficando aquém até mesmo de outros modelos do mesmo fabricante.

BRASIL FORA DOS PLANOS
Nem a HTC nem o Google têm uma previsão de quando o G1 chegará por aqui. O telefone começará a ser vendido nos Estados Unidos em outubro, por US$ 179, e no Reino Unido em novembro, onde poderá até ser gratuito, conforme o plano assinado.

Por enquanto apenas a operadora T-Mobile terá a novidade. Inclusive, o nome foi dado pela operadora. O nome da HTC é outro, Dream.

Segundo as empresas, outros países da Europa deverão ser os próximos a receber o aparelho no decorrer de 2009.

Ou seja, mais uma vez ficamos de fora.

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