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    Relações Públicas minimiza riscos

Publicado em: 16/09/2008 Autor: Thiane Loureiro

Transparência na Internet é essencial, mas o “jeitinho” ainda impera, infelizmente. Empresas cada vez mais se aventuram nas mídias sociais sem realmente compreender como elas funcionam. O trabalho de educar e esclarecer é árduo. Nas minhas andanças por aí, vejo inúmeros casos de funcionários que usam perfis pessoais para influenciar conversações em redes sociais. Vejo campanhas baseadas em usuários fictícios. Funciona? Funciona. Mas o risco é alto.

A pesquisa Trust Barometer, realizada anualmente pela Edelman, mostra que 85% das pessoas confiam mais em alguém como eu ou você. Quando falamos sobre Web, o tempo todo dizemos o quanto os internautas recorrem aos rankings, blogs e comunidades para tomar decisões de compra e compartihar opiniões. E o quanto isso acontece porque estamos em busca de experiências genuínas que guiem nossas vidas e tudo o que escolhemos para nós.

Portanto é óbvio que qualquer conteúdo aparentemente produzido por um usuário comum é tido como mais legítimo e verdadeiro. Quanto mais despretencioso e informal, melhor. Mas o prejuízo pode ser enorme quando se descobre que por trás disso tudo existe um interesse corporativo.

Costumo dizer que a Web é um grande laboratório de comportamento e psicologia humana. O melhor jeito de medir as consequências do que fazemos é se colocar na pele do outro. É imaginar o que você próprio pensaria se soubesse que o tempo todo se comunicou com o profissional de uma empresa e que ele esteve ali apenas tentando lhe vender algo, mas sem deixar isso claro desde o início.

Organizações têm reputação a zelar. E reputação custa dinheiro. Praticamente todas as regras offline se aplicam às novas mídias quando “corporativo” cabe como adjetivo. Relações criadas em nome de empresas, marcas ou produtos precisam ter um mínimo de profissionalismo. Além de estarem alinhadas com os objetivos, as mensagens-chave e a imagem daquela corporação.

Sendo assim, é importante dizer que você está ali em nome da empresa X, pela razão Y e com o propósito Z. Se o buzz não é imediato, o resultado, em contrapartida, é muito mais duradouro e sustentável, porque o usuário que interage é justamente aquele interessado na sua marca e no seu produto. Ou seja, o impacto qualitativo é muito maior.

Acredito que seja papel do profissional de relações públicas alertar seus clientes sobre os riscos da exposição na Web, a importância da transparência, como criar políticas eficazes para o uso da Internet pelos funcionários, além de promover treinamentos para o staff sobre os procedimentos de comunicação da empresa, quem são porta-vozes autorizados a falar em nome da companhia e como o restante do quadro deve se comportar quando abordado por um internauta ou se deparar com comunidades, blogs e fóruns citando a organização (positiva ou negativamente).

Obviamente é algo que o próprio cliente precisa estar disposto a fazer. Mas nós, de RP, deveríamos cada vez mais nos posicionar como especialistas em prevenção e gerenciamento de crise, proteção à imagem, desenvolvimento de conteúdo relevante e relacionamentos de longo prazo. Fazemos isso bem. E esses deveriam ser os nossos principais focos na Internet.

Tags: comunicação corporativa, crise, funcionário, Internet, relações públicas, RP, transparência, Web

 

 

 

 

As relações públicas e sua função social no gerenciamento da responsabilidade social corporativa

 Carolina Frazon Terra é Relações Públicas, professora do curso de Relações Públicas da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP

 Já é sabido que atuação social com objetivos publicitários e mercadológicos não sustenta a boa imagem da organização junto aos seus públicos. Todavia, a comunicação é um elemento de suporte imprescindível no processo de responsabilidade social, pois: mobiliza a sociedade; estabelece bons relacionamentos com os públicos; identifica carências e aspirações da comunidade; conquista parceiros; divulga e torna públicas as ações éticas e transparentes da empresa; planeja, executa e avalia projetos e programas de cunho social, comunitário, ambiental, cultural e esportivo. E, quanto mais estratégica e planejada for a comunicação, mais chance de eficiência tem o projeto social. A empresa que aspira ser socialmente responsável precisa se utilizar de uma comunicação simétrica de mão dupla, pois a bilateralidade permite a troca de informações e estabelece um diálogo, ao passo que a simetria propicia um equilíbrio entre a organização e seus públicos, com boa vontade para entender seus comportamentos e resolver conflitos, aprimorando a compreensão e construindo relacionamentos de benefícios mútuos. O profissional que atuar na área social deve ter o conhecimento das teorias, técnicas e ferramentas de comunicação para aplicá-las no meio em que está inserido. É necessário que esse indivíduo realize atividades de planejamento, execução, controle, pesquisa, avaliação, divulgação (atividades inerentes à atividade de RP) e que conheça os veículos de comunicação para obter êxito na transmissão das mensagens aos públicos visados. Em função do perfil do profissional de relações públicas, por sua função política, estratégica e, sobretudo social, entendemos que este tem condições de atuar na área de responsabilidade social. Como exemplo, temos as funções de mediação e relacionamento que as relações públicas exercem entre a organização (seja ela de que setor for) e seus públicos, além das atividades de elaboração de diagnósticos, prognósticos, estratégias e políticas direcionadas a diferentes setores do mercado e da sociedade em geral, desenvolvimento de pesquisas, identificação de anseios e necessidades, administração de crises, trato com públicos e opiniões de profissionais do mercado. O conhecimento e o mapeamento dos públicos realizado por este profissional o diferencia no gerenciamento da comunicação organizacional. Assim sendo, o profissional de relações públicas pode atuar no Primeiro, Segundo ou Terceiro Setor na área social ou não. As relações públicas podem balizar sua atuação em dois tipos de projetos sociais: os puros (nos quais é praticada a filantropia empresarial sem divulgação) e os mistos (nos quais se faz a divulgação do projeto, objetivando a visibilidade e o marketing social). As empresas em geral precisam divulgar suas ações sociais para conseguir retorno de imagem e, eventualmente, até de vendas. Considera-se, aqui, a filantropia como a prática da ação social sem alarde, enquanto que a responsabilidade social empresarial é, atualmente, a prática de ações sociais objetivando visibilidade pública e retorno de imagem aos acionistas ou investidores do projeto. As relações públicas podem se apropriar da divulgação desses projetos, porém, com a consciência de que não se trata de um projeto social puro. Em suma, dentro do contexto corporativo, raramente veremos os chamados projetos “puros”, uma vez que a organização depende desse retorno de imagem para se manter nos negócios, garantindo e perpetuando sua sobrevivência. As ações de caráter social estão imbricadas de atividades de comunicação. Nota-se que, para se obter sucesso e eficácia em termos de divulgação, envolvimento e prestação de contas, a utilização de técnicas de comunicação é fundamental. E para se ter práticas comunicacionais eficientes e eficazes, a presença do meio-campista é de extrema relevância. Contudo, questionamos: a responsabilidade social empresarial é um exercício comprometido ou é um modismo, um discurso vazio? Isso porque para ser socialmente responsável, a empresa deve cumprir uma série de obrigações que incluem uma relação saudável com funcionários e com todos os públicos a ela ligados, obediência às leis, comunicação ética e transparente, preservação do meio ambiente, fabricação de produtos com qualidade e não lesivos à sociedade, e deixar que a dimensão mercadológica seja superada pela social, não alardeando atos benemerentes praticados e não se valendo disso. Esperamos que não seja um modismo e sim uma condição sine qua non para a existência da organização e, mais, que seja uma tendência de âmbito mundial que minimize as diferenças sociais gritantes e vergonhosas em pleno século XXI. Tal reflexão será sempre motivo de questionamento para os profissionais de comunicação que divulgam e propagam as benesses sociais de suas corporações. O que não pode faltar é, no entanto, a ética e a transparência organizacionais, pois “mentira tem perna curta” e o mau-caratismo organizacional nem pernas têm…

 

Fonte: http://www.comtexto.com.br/

 

Postado por: Daniella Corsi e Fabíola Shalders

 

Relações Públicas é uma das 10 carreiras mais promissoras

 

Guia das Profissões da Folha de S. Paulo classifica a carreira de Relações Públicas como uma das 10 mais promissoras

 

Folha de S.Paulo – São Paulo, domingo, 21 de setembro de 2008

 

RELAÇÕES PÚBLICAS

Profissional cuida da reputação das empresas

Função tornou-se mais estratégica e valorizada nos últimos anos

CRISTINA MORENO DE CASTRO

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

 

As relações públicas são como uma cesta básica, tão importante quanto feijão e arroz, para o país, as empresas e as pessoas. Quem “vende essa idéia” – no jargão da área – é Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

O profissional que coordena essa área responde pela comunicação interna com os funcionários da empresa, assessoria à imprensa e busca de políticas de integração com todos os outros públicos que se relacionam com a instituição.

As maiores empresas instaladas no Brasil incorporaram essa “cesta básica” em seu quadro estratégico de uns anos para cá, aumentando as contratações e os salários do setor.

Segundo pesquisa inédita feita pela Aberje com essas empresas, analistas de comunicação ganham em média por mês R$ 2.800 -enquanto o salário de diretores da área costuma superar os R$ 30 mil mensais.

“Quem cuida da comunicação organizacional é responsável pela gestão da imagem e da reputação da empresa. E isso hoje é irreversível. Esse boom não é só uma tendência de moda”, diz a professora de comunicação empresarial da ESPM, Isolda Cremonine.

Graduado em jornalismo, mestre e doutor em relações públicas pela USP, Nassar quer deixar claro que o que está em alta é todo o campo em que vários profissionais -inclusive os relações-públicas- atuam: o da comunicação de organizações.

Mas, para quem quiser pegar o bonde na frente, o curso de relações públicas facilita o ingresso no setor. “Quem faz o curso em nível de graduação já começa com uma vantagem competitiva, com sua formação no campo da atividade relacional. Quem não teve essa formação está procurando ter já num nível de pós-graduação”, diz.

Formado em 2006, o paulistano Bruno Carramenha, 23, é exemplo dessa vantagem. Ele faz estágios desde o primeiro ano de faculdade e nunca esteve desempregado. Hoje trabalha na agência de relações públicas LVBA, que atende a empresas do porte de Nokia, Warner e Bayer. Ele afirma que a situação dos colegas também é boa. “Do meu grupo da faculdade, todos estão empregados.”

Os estudantes costumam aprender noções de administração, psicologia social, marketing, opinião pública e recursos humanos -currículo que atraiu Milena Cândido, 18. Ela trocou artes cênicas por relações públicas. “Acho que terei mais oportunidades.”

 

Fonte: http://www.mundorp.com.br

 

Postado por: Daniella Corsi e Fabíola Shalders

 

O ombudsman como uma das atribuições de relações públicas

 

Carolina Frazon Terra é Relações Públicas, professora do curso de Relações Públicas da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP

 

 Tudo começou com Vera Giangrande, Relações Públicas e Ombudsman de sucesso, empreendedora, avant-garde. Toda essa ousadia, Vera aplicou no Pão de Açúcar, exemplo de organização varejista que deu uma guinada em sua imagem corporativa após uma estratégica mudança em sua política empresarial. Filosofia essa que incluía todo um planejamento de comunicação tanto para o público interno, quanto para o público externo. Foi nesse ínterim que surgiu a Ombudsman do Pão de Açúcar. Ganhou notoriedade e tornou-se benchmarking para outras corporações. O desenvolvimento dos meios de comunicação de massa, das novas tecnologias de informação e da indústria da comunicação influenciaram o comportamento das empresas, que se viram compelidas a prestar mais informações a seus públicos. Para resolver a demanda informacional, a comunicação organizacional tomou corpo, aproximou-se da administração e do marketing e tornou-se planejada, segmentada e dirigida. A comunicação é um recurso estratégico de entendimento, persuasão e de negócios e devido a isso, depende do planejamento e de regras específicas para ser eficaz. O profissional de relações públicas atua como intermediador, administrador de relacionamentos institucionais e de negócios com os públicos de interesse para a empresa, seguindo princípios operacionais, mercadológicos e éticos de aplicação global e adequados ao contexto sócio-econômico e de atuação de cada organização. As funções, portanto, se configuram como sendo de caráter estratégico, político, institucional, mercadológico, social, comunitário, cultural, etc. Como são uma técnica especializada de relacionamento, as relações públicas objetivam perceber as realidades da sociedade e das organizações. Também são responsáveis pelo planejamento e ordenação inteligente das diretrizes e ações em benefício da organização e da sociedade tendo como resultado final a conquista da aceitação e do apoio da opinião pública, que, por sua vez, apresenta-se cada vez mais globalizada e exigente. Para Kunsch (1997a:37), “o relações públicas é um profissional em defesa do consumidor”. Arriscamo-nos a dizer que o RP é um leitor de ambientes, tendências e necessidades e por isso, é alguém não só em defesa do consumidor, mas de todos os públicos os quais mantém contato e relação. Segundo Giacomini Filho (1991:80), “as relações públicas têm sido um instrumento cada vez mais presente nas estratégias das empresas dada a sua função administradora de conflitos entre o público interno/externo e o público externo/interno, além de agir no sentido de manter conceituação positiva para a empresa como um todo (…) Tem sido delegado às Relações Públicas a criação e condução dos departamentos de serviço aos consumidores, demandando uma formação profissional coerente com este novo papel de responsabilidade social”. A atividade confere credibilidade às empresas que a mantém, por ser essencialmente participativa e se reportar direto à cúpula. Ainda pode-se dizer que, pelo fato de serem um instrumento direto e imediato, responsáveis pela ligação e acesso dos consumidores aos “fabricantes”, os conselhos de consumidores e os ombudsmen tratam da transparência e harmonização entre as partes, prevenindo, gerenciando e solucionando conflitos nas relações organizações e clientes. A comunicação é instrumento e ferramenta de trabalho de ambas atividades – relações públicas e ombudsman. O ombudsman é a voz do cliente junto à cúpula da organização. Sendo assim, as relações públicas podem coordenar e desenvolver tal função. É dever do ombudsman coletar, analisar, interpretar os dados necessários ao processamento das informações recebidas e acompanhar – até a solução final – as informações consideradas pertinentes. O anúncio da criação de um cargo de ouvidoria ou de ombudsman pelas organizações gera uma expectativa positiva no mercado. A promessa desse profissional é de ouvir e de atender. Cesca (2000:66) comenta que, pelo fato das relações públicas lidarem e conhecerem os públicos, planejarem estratégias e ações de comunicação, é justo que os departamentos de relações com os clientes estejam subordinados aos setores de relações públicas, pois: “ouvir o consumidor, atender às suas solicitações, administrar suas reivindicações é também cuidar da imagem/conceito de qualquer empresa/organização, portanto, um assunto para o setor de relações públicas. Assim sendo, o serviço de atendimento ao cliente, o ombudsman e/ou ouvidor devem ser subordinados ao setor de relações públicas”. McKenna (1998:45) ainda afirma que “os novos consumidores querem sentir que contam com a atenção de funcionários com autoridade para tomar decisões rápidas e, cada vez mais, que podem se dirigir a alguém que tenha iniciativa”. As relações públicas – na função de ombudsmen e ouvidores – trabalham a comunicação empresarial determinando estratégias, operacionalizando ações que contribuem para concretizar, disseminar ou mesmo modificar os valores da organização se necessário. Propicia, de forma geral, uma maior visualização dos clientes à cúpula da organização. Daqui pra frente, o diferencial das organizações será o grau de relacionamento que elas terão com seus públicos: “o envolvimento é o diálogo” (Apud McKenna, 1998:72). É justamente o diálogo que os consumidores buscam quando se dirigem aos ombudsman, e, é o diálogo e a compreensão mútua que buscam as relações públicas. Portanto, temos aí uma semelhança muito forte nas duas atividades. As relações públicas, no entanto, não se restringem ao atendimento a clientes. São administradoras/gerenciadoras das políticas de comunicação corporativas como um todo, devendo se preocupar com mais esse público da organização. O profissional de relações públicas exerce também a atividade de auditoria social, ou seja, avaliando as reações da Opinião Pública e traçando as estratégias de comunicação. As relações públicas articulam todo o processo comunicacional das organizações. Para Kunsch (1997b:98), as relações públicas são o verdadeiro link entre a empresa e seus públicos, fazendo com que sua atuação dependa da identidade corporativa e institucional da empresa. Neves (2001) ainda completa que: “(…) A comunicação empresarial só funciona eficazmente se todas as funções (advogados, Relações Públicas, serviços de atendimento ao cliente, assessorias de imprensa, marketing, vendas, recursos humanos, agências de publicidade, etc.) que, de uma forma ou de outra, fazem comunicação na organização trabalhem integradas debaixo de um mesmo processo.”  

 

fonte:  http://www.comtexto.com.br/2convicomrpcomombudsmanCarolinaTerra.htm

 

Postado por: Daniella Corsi e Fabíola Shalders

FMI contrata agências de relações públicas para melhorar imagem.

 

O Fundo Monetário Internacional contratou duas famosas agências de relações públicas para ajudar a divulgar a mensagem do fundo para o mundo em desenvolvimento, uma ação que também procura melhorar a sua imagem.
O porta-voz Masood Ahmed afirmou que o FMI contratou por um ano a Hill & Knowlton para assumir a assessoria de imprensa no Oriente Médio e Ásia e a Amo/Euro RSCG para assumir a África e América Latina.
A Euro RSCG, sediada em Paris, gerenciava as relações públicas de Strauss-Kahn, ex-ministro das Finanças da França, em sua campanha para se tornar o líder do FMI no último ano após uma inesperada renúncia do ex-diretor-gerente do FMI Rodrigo Rato.
Ahmed afirmou que os dois contratos combinados valem entre 1,5 milhão e 2 milhões de dólares seguindo e foram feitos na tentativa do FMI de cortar custos terceirizando parte de suas tarefas.
O FMI tem procurado poupar 100 milhões de dólares por ano em meio à queda de receita, que tem sido fortemente cortada pela falta de demanda por seus empréstimos. E ainda tem oferecido planos para cortar aproximadamente 380 empregos.
O FMI tem lutado para recuperar a sua reputação em diversos países em desenvolvimento, incluindo na Ásia, onde a sua reputação permanece manchada após 10 anos da crises financeira da região.
“Nós estamos comprometidos em tentar melhorar o caminho para podermos alcançar e responder as preocupações e críticas sobre o fundo e explicar o que fazemos”, disse Ahmed.
 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco229143,0.htm

 

Fonte: OESP

Data de veiculação: sexta-feira, 22 de agosto de 2008, 21:42 | Online

WASHINGTON 

 

FMI contrata agências de relações públicas para melhorar imagem.

 

O Fundo Monetário Internacional contratou duas famosas agências de relações públicas para ajudar a divulgar a mensagem do fundo para o mundo em desenvolvimento, uma ação que também procura melhorar a sua imagem.
O porta-voz Masood Ahmed afirmou que o FMI contratou por um ano a Hill & Knowlton para assumir a assessoria de imprensa no Oriente Médio e Ásia e a Amo/Euro RSCG para assumir a África e América Latina.
A Euro RSCG, sediada em Paris, gerenciava as relações públicas de Strauss-Kahn, ex-ministro das Finanças da França, em sua campanha para se tornar o líder do FMI no último ano após uma inesperada renúncia do ex-diretor-gerente do FMI Rodrigo Rato.
Ahmed afirmou que os dois contratos combinados valem entre 1,5 milhão e 2 milhões de dólares seguindo e foram feitos na tentativa do FMI de cortar custos terceirizando parte de suas tarefas.
O FMI tem procurado poupar 100 milhões de dólares por ano em meio à queda de receita, que tem sido fortemente cortada pela falta de demanda por seus empréstimos. E ainda tem oferecido planos para cortar aproximadamente 380 empregos.
O FMI tem lutado para recuperar a sua reputação em diversos países em desenvolvimento, incluindo na Ásia, onde a sua reputação permanece manchada após 10 anos da crises financeira da região.
“Nós estamos comprometidos em tentar melhorar o caminho para podermos alcançar e responder as preocupações e críticas sobre o fundo e explicar o que fazemos”, disse Ahmed.
 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco229143,0.htm

 

Fonte: OESP

Data de veiculação: sexta-feira, 22 de agosto de 2008, 21:42 | Online

WASHINGTON 

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 

 

 

Perto da Olimpíada, Pequim tem grande problema de Relações Públicas.

da Folha de S.Paulo:

A cem dias da abertura dos Jogos Olímpicos, em 8 de agosto, Pequim encara um novo desafio. Além de tentar blindar o evento de questões políticas no plano internacional, terá que coibir manifestações mais exaltadas do nacionalismo chinês.
Dentro e fora do país de maior população mundial, chineses se manifestam em reação aos protestos que afetaram eventos ligados aos Jogos Olímpicos, como o revezamento da tocha, cuja fase internacional foi encerrada com a passagem pelo Vietnã.
Por exemplo: depois que uma paraatleta chinesa foi acossada em Paris enquanto segurava a tocha, em uma das mais conturbadas passagens do fogo olímpico pelo mundo, houve protestos em frente a lojas da rede de supermercados Carrefour em 12 cidades chinesas.
O “New York Times” relatou que os tradicionalmente calados universitários chineses nos EUA também aumentaram o tom ao debater sobre a questão do Tibete.
A publicação registrou ainda que houve chineses nos EUA que fizeram viagens de outros Estados até Atlanta, na Geórgia, para protestar diante da sede da CNN contra um comentário que julgaram preconceituoso feito por um dos analistas da rede de TV.
“A liderança chinesa tem um grande problema de relações públicas nas mãos”, declarou David L. Shambaugh, cientista político e diretor do programa de políticas chinesas da Universidade George Washington.
“O governo e os cidadãos estão envolvidos agora em travar uma guerra de propaganda envolvendo o mundo ocidental e, particularmente, sua mídia”, declarou ele, que foi ainda mais enfático. “Essa postura, combinada com o hipernacionalismo chinês, têm os ingredientes de um desastre de relações públicas para os Jogos Olímpicos”, concluiu o analista.
Do outro lado do mundo, sua avaliação é contestada.
“Acredito que a imagem da Olimpíada da China ainda é boa”, declarou o cientista político Jin Yuanpu, diretor-executivo do Centro Olímpico Humanístico da Universidade Renmin, em Pequim.
“São apenas a mídia e alguns ocidentais que aproveitam a oportunidade para nos atacar. Os chineses estão se esforçando ao máximo para serem bons anfitriões”, completou ele.
“Para mim, esses Jogos permanecem como um mistério que pode ir em várias direções”, resumiu o historiador olímpico David Wallenchinsky, que cobriu 12 edições do evento e se opôs à escolha de Pequim.
“Não acho que os Jogos mudarão a China nem mesmo o controle do Partido Comunista Chinês”, declarou ele.

 

http://oqueerelacoespublicas.webnode.com/news/website-launched/

 

Fonte: Folha de São Paulo

Data de veiculação: quarta-feira, 30 de abril de 2008, 09:49 | Online

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 

 

 

A História sobre a Lei nº 7197

Professor Doutor Fábio França conta a história sobre a Lei nº 7197 que institui o Dia Nacional de Relações Públicas

DIA NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Instituição e significação

 

A criação do “Dia Nacional das Relações Públicas” nasceu dentro da Associação Brasileira de Relações Públicas por iniciativa do professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade.

O tema, juntamente com a eleição do engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo como Patrono das Relações Públicas, foi debatido no congresso da ABRP de 1976, realizado em Alagoas, nas cidades de Maceió e Penedo, terra natal de Pinheiro Lobo.

O autor do Projeto de Lei da Câmara N. 75, de 1980, foi o deputado por Alagoas, e sócio da ABRP, Divaldo Suruagy.
A tramitação do projeto ocorreu de 1983 a 1984, quando foi transformado em norma jurídica n. 7197 e promulgado seu texto integral no Diário Oficial da União, em 14 de junho de 1984, página 8601, Coluna 1, sob a denominação de Lei nº 7197, que Institui o “Dia Nacional das Relações Públicas”, assinado pelo Senador Lomanto Júnior, 1º Vice-Presidente, no exercício da Presidência.

Diz a lei:
Art. 1º – Fica instituído o dia dois de dezembro como o “Dia Nacional das Relações Públicas”.
Art. 2º – Na data estabelecida no artigo anterior, as associações e entidades ligadas à atividade de relações públicas farão, em todo o País, promoções que de qualquer modo assinalem e festejem o transcurso da efeméride.

Interessante observar que a iniciativa de se criar esse dia aconteceu no limiar da redemocratização do País, o que prova a perspicácia e a preocupação dos dirigentes da Associação Brasileira de Relações Públicas daquela época em revitalizar e legitimar a atividade, que foi, praticamente, sufocada durante 20 anos pelo regime militar.

Faz, portanto, 23 anos que a ABRP se preocupou em criar o Dia Nacional de Relações Públicas, convicta de que a comemoração desta data viria fortalecer a atividade, valorizá-la e dar-lhe a necessária visibilidade pública por meio de promoções oficiais que deveriam ser desenvolvidas pelas entidades a ela ligadas. Viria ainda intensificar a união dos profissionais em torno de um objetivo comum – afirmar de maneira positiva a importância e o papel das relações públicas na construção de uma nova sociedade democrática.

O aceno ao retorno gradual, mas efetivo, do regime democrático deu novo ânimo às relações públicas, tanto pela expansão da atividade no meio acadêmico, como pela criação de consultorias e agências, que passaram a oferecer livremente às organizações os seus serviços.

Desde esta época, a ABRP e os seus associados passaram a celebrar o dia dois de dezembro com orgulho e entusiasmo por meio de encontros, semanas, seminários e outros eventos. A preocupação era somar forças, unir e não dispersar. Aproveitar a data para promover as relações públicas nas organizações e na sociedade como uma atividade capaz de contribuir, pela união e o trabalho de seus profissionais, para a consolidação da nova sociedade que surgia. Esse espírito de união corporativa é o que deveria ter persistido até o presente para dar credibilidade e legitimidade ao exercício pleno da atividade.

O Dia Nacional das Relações Públicas é o dia dois de dezembro, conforme diz a lei. Seguindo a recomendação legal, hoje é também comemorado e apoiado pelo Sistema Conferp/Conrerps e pelo Sindicato da categoria. Todas essas entidades querem que seus associados unam-se em prol de uma mesma causa, dos mesmos objetivos para que as relações públicas sejam cada vez mais reconhecidas e praticadas pelos empresários brasileiros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Professor Dr. Fábio França

 

 

http://www.conferp.org.br/site/noticia/Exibe.do?codNoticia=44

 

 

Fonte: CONFERP

Data de veiculação: terça-feira, 16 de setembro de 2008, 14:34 | Online

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

Postado por Ana Cláudia G. e Andréia M.- 6º HRN / Agosto de 2008

 

Rede social da Visa

10 julho 2008

 

 

 

 

 

http://blog.edelman.it/Acabei de ler no blog da Edelman Itália que a Visa investiu 2 milhões de dólares em um acordo com o Facebook para criar a primeira rede social para pequenas empresas, a Visa Business Network. A idéia é que cada pequena empresa possa criar sua página e se conectar com outras empresas, sejam elas concorrentes, simbióticas ou completamente desconectadas para trocar idéias, dicas, etc.

Mas onde está o “e o que é que eu ganho com isso” que pode fazer com que a rede ganhe novos adeptos sem ser pelo boca-a-boca?

Como toda rede social que se preze, o estopim da Visa é o equivalente a 100 dólares que pode ser usado como publicidade no próprio Facebook.

Efeito da rendição das grandes empresas pela web 2.0.

Fonte: Blog Corporativo

 

Postado por Ana Cláudia G. e

 Andréia M.- 6º HRN / Agosto de

2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

FMI contrata agências de relações públicas para melhorar imagem.

 

O Fundo Monetário Internacional contratou duas famosas agências de relações públicas para ajudar a divulgar a mensagem do fundo para o mundo em desenvolvimento, uma ação que também procura melhorar a sua imagem.
O porta-voz Masood Ahmed afirmou que o FMI contratou por um ano a Hill & Knowlton para assumir a assessoria de imprensa no Oriente Médio e Ásia e a Amo/Euro RSCG para assumir a África e América Latina.
A Euro RSCG, sediada em Paris, gerenciava as relações públicas de Strauss-Kahn, ex-ministro das Finanças da França, em sua campanha para se tornar o líder do FMI no último ano após uma inesperada renúncia do ex-diretor-gerente do FMI Rodrigo Rato.
Ahmed afirmou que os dois contratos combinados valem entre 1,5 milhão e 2 milhões de dólares seguindo e foram feitos na tentativa do FMI de cortar custos terceirizando parte de suas tarefas.
O FMI tem procurado poupar 100 milhões de dólares por ano em meio à queda de receita, que tem sido fortemente cortada pela falta de demanda por seus empréstimos. E ainda tem oferecido planos para cortar aproximadamente 380 empregos.
O FMI tem lutado para recuperar a sua reputação em diversos países em desenvolvimento, incluindo na Ásia, onde a sua reputação permanece manchada após 10 anos da crises financeira da região.
“Nós estamos comprometidos em tentar melhorar o caminho para podermos alcançar e responder as preocupações e críticas sobre o fundo e explicar o que fazemos”, disse Ahmed.
 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco229143,0.htm

 

Fonte: OESP

Data de veiculação: sexta-feira, 22 de agosto de 2008, 21:42 | Online

WASHINGTON 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 

 

 

Perto da Olimpíada, Pequim tem grande problema de Relações Públicas.

da Folha de S.Paulo:

A cem dias da abertura dos Jogos Olímpicos, em 8 de agosto, Pequim encara um novo desafio. Além de tentar blindar o evento de questões políticas no plano internacional, terá que coibir manifestações mais exaltadas do nacionalismo chinês.
Dentro e fora do país de maior população mundial, chineses se manifestam em reação aos protestos que afetaram eventos ligados aos Jogos Olímpicos, como o revezamento da tocha, cuja fase internacional foi encerrada com a passagem pelo Vietnã.
Por exemplo: depois que uma paraatleta chinesa foi acossada em Paris enquanto segurava a tocha, em uma das mais conturbadas passagens do fogo olímpico pelo mundo, houve protestos em frente a lojas da rede de supermercados Carrefour em 12 cidades chinesas.
O “New York Times” relatou que os tradicionalmente calados universitários chineses nos EUA também aumentaram o tom ao debater sobre a questão do Tibete.
A publicação registrou ainda que houve chineses nos EUA que fizeram viagens de outros Estados até Atlanta, na Geórgia, para protestar diante da sede da CNN contra um comentário que julgaram preconceituoso feito por um dos analistas da rede de TV.
“A liderança chinesa tem um grande problema de relações públicas nas mãos”, declarou David L. Shambaugh, cientista político e diretor do programa de políticas chinesas da Universidade George Washington.
“O governo e os cidadãos estão envolvidos agora em travar uma guerra de propaganda envolvendo o mundo ocidental e, particularmente, sua mídia”, declarou ele, que foi ainda mais enfático. “Essa postura, combinada com o hipernacionalismo chinês, têm os ingredientes de um desastre de relações públicas para os Jogos Olímpicos”, concluiu o analista.
Do outro lado do mundo, sua avaliação é contestada.
“Acredito que a imagem da Olimpíada da China ainda é boa”, declarou o cientista político Jin Yuanpu, diretor-executivo do Centro Olímpico Humanístico da Universidade Renmin, em Pequim.
“São apenas a mídia e alguns ocidentais que aproveitam a oportunidade para nos atacar. Os chineses estão se esforçando ao máximo para serem bons anfitriões”, completou ele.
“Para mim, esses Jogos permanecem como um mistério que pode ir em várias direções”, resumiu o historiador olímpico David Wallenchinsky, que cobriu 12 edições do evento e se opôs à escolha de Pequim.
“Não acho que os Jogos mudarão a China nem mesmo o controle do Partido Comunista Chinês”, declarou ele.

 

http://oqueerelacoespublicas.webnode.com/news/website-launched/

 

Fonte: Folha de São Paulo

Data de veiculação: quarta-feira, 30 de abril de 2008, 09:49 | Online

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 

 

 

A História sobre a Lei nº 7197

Professor Doutor Fábio França conta a história sobre a Lei nº 7197 que institui o Dia Nacional de Relações Públicas

DIA NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS
Instituição e significação

 

A criação do “Dia Nacional das Relações Públicas” nasceu dentro da Associação Brasileira de Relações Públicas por iniciativa do professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade.

O tema, juntamente com a eleição do engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo como Patrono das Relações Públicas, foi debatido no congresso da ABRP de 1976, realizado em Alagoas, nas cidades de Maceió e Penedo, terra natal de Pinheiro Lobo.

O autor do Projeto de Lei da Câmara N. 75, de 1980, foi o deputado por Alagoas, e sócio da ABRP, Divaldo Suruagy.
A tramitação do projeto ocorreu de 1983 a 1984, quando foi transformado em norma jurídica n. 7197 e promulgado seu texto integral no Diário Oficial da União, em 14 de junho de 1984, página 8601, Coluna 1, sob a denominação de Lei nº 7197, que Institui o “Dia Nacional das Relações Públicas”, assinado pelo Senador Lomanto Júnior, 1º Vice-Presidente, no exercício da Presidência.

Diz a lei:
Art. 1º – Fica instituído o dia dois de dezembro como o “Dia Nacional das Relações Públicas”.
Art. 2º – Na data estabelecida no artigo anterior, as associações e entidades ligadas à atividade de relações públicas farão, em todo o País, promoções que de qualquer modo assinalem e festejem o transcurso da efeméride.

Interessante observar que a iniciativa de se criar esse dia aconteceu no limiar da redemocratização do País, o que prova a perspicácia e a preocupação dos dirigentes da Associação Brasileira de Relações Públicas daquela época em revitalizar e legitimar a atividade, que foi, praticamente, sufocada durante 20 anos pelo regime militar.

Faz, portanto, 23 anos que a ABRP se preocupou em criar o Dia Nacional de Relações Públicas, convicta de que a comemoração desta data viria fortalecer a atividade, valorizá-la e dar-lhe a necessária visibilidade pública por meio de promoções oficiais que deveriam ser desenvolvidas pelas entidades a ela ligadas. Viria ainda intensificar a união dos profissionais em torno de um objetivo comum – afirmar de maneira positiva a importância e o papel das relações públicas na construção de uma nova sociedade democrática.

O aceno ao retorno gradual, mas efetivo, do regime democrático deu novo ânimo às relações públicas, tanto pela expansão da atividade no meio acadêmico, como pela criação de consultorias e agências, que passaram a oferecer livremente às organizações os seus serviços.

Desde esta época, a ABRP e os seus associados passaram a celebrar o dia dois de dezembro com orgulho e entusiasmo por meio de encontros, semanas, seminários e outros eventos. A preocupação era somar forças, unir e não dispersar. Aproveitar a data para promover as relações públicas nas organizações e na sociedade como uma atividade capaz de contribuir, pela união e o trabalho de seus profissionais, para a consolidação da nova sociedade que surgia. Esse espírito de união corporativa é o que deveria ter persistido até o presente para dar credibilidade e legitimidade ao exercício pleno da atividade.

O Dia Nacional das Relações Públicas é o dia dois de dezembro, conforme diz a lei. Seguindo a recomendação legal, hoje é também comemorado e apoiado pelo Sistema Conferp/Conrerps e pelo Sindicato da categoria. Todas essas entidades querem que seus associados unam-se em prol de uma mesma causa, dos mesmos objetivos para que as relações públicas sejam cada vez mais reconhecidas e praticadas pelos empresários brasileiros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Professor Dr. Fábio França

 

 

http://www.conferp.org.br/site/noticia/Exibe.do?codNoticia=44

 

 

Fonte: CONFERP

Data de veiculação: terça-feira, 16 de setembro de 2008, 14:34 | Online

 

Postado por Camila de Paula e Carolina Moura 6º HRN

Setembro/08

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

Postado por Ana Cláudia G. e Andréia M.- 6º HRN / Agosto de 2008

 

Rede social da Visa

10 julho 2008

 

 

 

 

 

http://blog.edelman.it/Acabei de ler no blog da Edelman Itália que a Visa investiu 2 milhões de dólares em um acordo com o Facebook para criar a primeira rede social para pequenas empresas, a Visa Business Network. A idéia é que cada pequena empresa possa criar sua página e se conectar com outras empresas, sejam elas concorrentes, simbióticas ou completamente desconectadas para trocar idéias, dicas, etc.

Mas onde está o “e o que é que eu ganho com isso” que pode fazer com que a rede ganhe novos adeptos sem ser pelo boca-a-boca?

Como toda rede social que se preze, o estopim da Visa é o equivalente a 100 dólares que pode ser usado como publicidade no próprio Facebook.

Efeito da rendição das grandes empresas pela web 2.0.

Fonte: Blog Corporativo

 

Postado por Ana Cláudia G. e

 Andréia M.- 6º HRN / Agosto de

2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

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