Revolução digital nos moldes da comunicação interna

Revolução digital nos moldes da comunicação interna

 

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Nos dias de hoje a revolução digital esta muito presente no nosso cotidiano, a comunicação interna pode ser vista por seus colaboradores de uma forma mais interativa e dinâmica por causa da revolução decorrente. Newsletters, informativos, convites e intranets fazem com que os colaboradores possam viver mais a empresa que trabalham.

Analisamos com pesquisas que há um tempo, muitas empresas só utilizavam jornais internos, faziam toda a comunicação a base de papeis e hoje em dia tudo e digital. Dando mais dinamismo e economizando mais tempo, mandando as noticias e informações em tempo real, agilizando assim, todo o processo decorrente.

Novas ferramentas são apresentadas diariamente pra gente como uma forma de inovar para que seja sempre atrativo o modo de exibição das informações.

 A integração com o colaborador é  algo de extrema importância que envolve todo o ambiente, para que a comunicação seja feita de dentro pra fora para que então a comunicação seja eficaz.

Na comunicação, a profissão de Relações Públicas tem diversas funções a serem desenvolvidas para as organizações, é uma profissão bastante promissora que visa sempre o relacionamento com seus stakeholders. Visando sempre a manutenção e o equilíbrio de seus públicos.

E a utilização dos meios digitais e algo muito facilitador no mundo em que estamos inseridos.

Com pesquisas que podemos definir as estratégias e ações básicas para a comunicação, defendendo valores, conceitos e princípios da empresa, gerenciando, criando e mantendo a identidade e a imagem da organização.

E a utilizacao das midias digitais organiza e faz com que os resultados sejam mais precisos e rapidos para a verificacao, tendo me vista que projetos sejam implantados com mais agilidade.

E a comunicação interna é o ponto crucial e inicial que todas as organizações deveriam se preocupar, porque uma boa comunicação deve estar bem estruturada de dentro pra fora para que seja percebida por todos de uma forma clara e transparente.

E se a comunicacao for bem estruturada, os meios digitais facilitarao para que isso ocorra e se mantenha, mantendo entao um bom relacionamento e tambem utilizando a tecnologia em beneficio e entretenimento com seu publico interno.

 

Bruna Gouveia

Revolução digital: uma via de duas mãos

Por: Paloma Pinheiro de Almeida

 

Na minha opinião,  o impacto da revolução digital nos modos da comunicação empresarial é uma via de duas mãos. Ao mesmo tempo em que ela trouxe benefícios, também prejudicou em alguns aspectos.

Como um dia disse um professor: “na época em que eu era estagiário, ficava o dia inteiro na máquina de fax enviando folhas e folhas para as empresas”. Com certeza, nesse aspecto, a era digital só ajudou na rotina profissional, mas ao mesmo tempo, podemos dizer que o tão idolatrado e-mail “esfriou” a relação interpessoal.

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Antes a comunicação empresarial era feita por meio de boletins e jornais internos impressos, murais (ainda hoje muito utilizados), correspondências, etc. Hoje, na era digital, ela feita principalmente via e-mail, sites e intranet

Esse avanço, com certeza, tornou a comunicação mais rápida, prática, barata e eficaz. É possível enviar um e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo, do outro lado do mundo, a qualquer hora do dia. Além disso, a informação não se perde, estará sempre lá armazenada para quando precisar. O então usado fax tornou-se um aparelho para emergências

Com a revolução digital, empresas ao longo do mundo podem se comunicar, realizar vídeos-conferência e até coletivas de imprensa de forma econômica através de tecnologias como VoIP, Skype, entre outros. Também, cada vez mais as empresas apostam em blogs corporativos para uniformizar a informação, de forma que ela circule dentro e fora da empresa.

Apesar das inúmeras qualidades, há quem discorde de tudo isso e acredite que a revolução digital apenas tornou as pessoas mais acomodadas, e com dificuldade de se relacionar, e as coisas mais complicadas ainda. Às vezes, para quem não se interessa ou tem mais dificuldades, a era digital pode atrapalhar e muito.

Enfim, não há como negar que a filosofia comunicacional se transformou e, de forma geral, as organizações se transformaram para se adaptar a essa nova era. A informação hoje em dia vale muito e quem não está por dentro da tecnologia deve se adaptar o mais rápido possível, afinal, a tendência é só piorar (ou melhorar).

 

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o poder da ferramenta da comunicação digital para o profissional de Relações Públicas

 

revolução digital

revolução digital

 

 

 

Acredito que o impacto da revolução digital nos modos de comunicação empresarial foi algo muito benéfico para nós profissionais da comunicação. Podemos dizer que essa é uma ferramenta fundamental e altamente estratégica para o profissional de Relações Públicas, pela rapidez da informação, alto alcance e a possibilidade de ter uma comunicação altamente dirigida.

Essa comunicação dirigida será desenvolvida por um planejamento estratégico desenvolvido pelas Relações Públicas, que facilita todo o processo de comunicação dentro de uma empresa, quando bem feita mune todos de informações importantes que acontece no dia a dia desses funcionários. Temos os exemplos da intranet, blogs e o site da empresa, o Relações Públicas visualiza essas ferramentas como uma forma de evitar boatos e fofocas que ocorre na maioria das vezes pela falta de informação dentro da empresa.

Falando agora dos meios de comunicação que o Relações Públicas e a comunicação empresarial utilizam, eles são uma arma muito poderosa nas mãos das empresas, pois a revolução digital barateou os custos da comunicação e facilitaram muito para as empresas promoverem seus produtos os serviços.

Assim como o temos o lado bom dessa revolução, é impossível não falarmos que ela possui um lado negativo, mas sabemos que ela ocorreu e podemos afirmar que é um caminho irreversível.

Com a revolução, as relações pessoas das pessoas diminuíram pela facilidade que essa comunicação digital nos trouxe, sua rapidez, simultaneidade e conforto nos fazem pensar duas vezes antes de ir até o segundo andar da empresa comunicar os meus colegas que o quarto andar está organizando uma festinha de despedida de um colega. Assim, utilizamos ela como intermediaria de nossas relações e nos afastas das relações pessoas, onde um encontro torna-se completamente desnecessário.  

 

Ana Cláudia Almeida-turmah H

O impacto da revolução digital nos modos da comunicação empresarial

A revolução digital se aprimora cada vez mais. Isso tem facilitado muito a comunicação das organizações com todos os públicos, interno e externos.

A começar pelo público interno, a revolução digital os auxilia através da intranet. Ela é um rede interna, onde todos os funcionários tem acesso a todo o tipo de informação. Desde de aniversários dos funcionários, até as ultimas notícias, por exemplo, ultimas aquisições.

A alta cúpula da empresa também consegue mandar emails e recados para seus funcionários, o que faz com que eles se sintam mais motivados e felizes com os resultados que eles ajudaram a alcançar.

Com o público externo, no caso da assessoria de imprensa, a revolução digital auxiliou muito os assessores.

Através da internet, é possível soltar releases para todos os veículos de todo o Brasil. Com isso, é possível criar um relacionamento com os jornalistas, que é um dos pontos altos da Relações Públicas.

A revolução digital, através do email, virou também uma ferramenta de comunicação com os clientes.

 

Gabriela Barros

Nova era digital

São poucas as pessoas com mais de 30 anos que um dia imaginariam viver em uma era tão evoluída digitalmente. Primeiro o computador, depois o celular e hoje a TV Digital. Tudo isso faz parte de uma evolução que não sabemos onde irá parar e se um dia irá acabar.

Pudemos perceber rapidamente a influencia desta evolução no ambiente corporativo. Hoje em dia ninguém mais trabalha sem computador e sem email. Nem se lembram mais de como as coisas funcionavam antes dos avanços tecnológicos.

Com a revolução digital, o mundo da comunicação empresarial é cada vez mais beneficiado. Ações internas e até mesmo externas tiveram seus custos reduzidos e duplicaram a sua eficácia. Os resultados aparecem mais rapidamente e satisfatoriamente.

Na área de assessoria de imprensa, por exemplo, jornalistas e  profissionais de RP passaram a ter o contato facilitado. Coletivas de imprensa, releases, avisos de pautas, etc… são feitos através de ferramentas digitais. A comunicação interna de uma empresa também pode ser feita através de uma TV corporativa, de uma intranet, de vídeos institucionais e até mesmo de vídeos informativos enviados via email, facilitando assim a rapidez das informações.

 

Viviana Menezes

O impacto da revolução digital nos modos da comunicação empresarial

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A era do computador realizou uma mudança radical na sociedade humana, provocando uma grande revolução na sociedade global, onde cada vez mais pessoas começam a acessar à Internet e descobrem-se diante de um maravilhoso mundo confortável e acessível, repleto de possibilidades: ler notícias, pesquisar, visitar museus virtualmente, procurar emprego, etc.

 O “Google”, virou verbo. É comum nos pegarmos dizendo ‘ eu dei um Google”.. ou até ‘Eu Googlei”. Sim, já ouvi.

 Para qualquer indagação, o maior esforço que temos, hoje, é digitar os 14 caracteres da “frase” mais escrita dos últimos 5 anos:  www.google.com.

Agora, quais são os impactos desta então chamada Revolução Digital nos modos da comunicação empresarial.

No mundo coorporativo, o universo digital revolucionou a administração empresarial, incluindo, claro, a comunicação. Hoje, não há fronteiras para um encontro entre membros da empresa, mesmo que em diferentes países. Não há limite de tempo, não há desculpa. Até os custos foram reduzidos devido à praticidade de uma intranet, um e-mail, uma reunião virtual.

Neste universo, as pessoas não tem direito à escolha sobre a internet. O mundo corporativo é dependente das novas tecnologias, quem não as dominar, está fora.  O Brasil ainda está longe de ser um país qualificado para as mudanças, já que é  o 28º no ranking mundial de inclusão digital.

Este é mesmo um país de paradoxos.

Carolina Moura

Os meios digitais como forma de integração

Meios digitais como forma de integraçãoOs meios digitais são uma boa ferramenta na relação entre as corporações e seus diversos públicos. Eles permitem através da tecnologia, a facilidade de comunicação e integração entre todos, e além disso, é um meio de baixo custo, o que é muito vantajoso, principalmente dentro do contexto mundial atual.

Tal meio é de grande utilidade, afinal, permite o estreitamento da relação entre a empresa e seus públicos e a interatividade entre eles. Assim, os reais valores e ações da organização são devidamente expostos e também, sua imagem institucional pode ser melhorada.

            Essa exposição da imagem corporativa é de grande importância principalmente para seu público interno que é o grande difusor da empresa. Se ele não estiver devidamente feliz com seu trabalho, certamente não irá fazer uma boa divulgação da dela, afinal, se o funcionário como parte da organização não é valorizado, ele não terá motivação e muito menos engajamento para atingir sua meta.

            É possível com a utilização destes meios, a integração de todos os setores da corporação com a finalidade de deixar todos a par do que acontece, viabilizar a comunicação interna e principalmente ajudar os colaboradores a entender realmente o que estão fazendo e o porque disso. Um bom exemplo disso é a intranet, na qual a integração é total.

            Os meios digitais atualmente são a base de um bom relacionamento entre a organização e seus diversos públicos, eles permitem a concentração de informações e assim, facilitam comunicação.

 

Daniella Campodonio Corsi - 6º semestre RP – Turma HRN

Um caminho sem volta.

Acredito que estamos vivendo na era digital, da “globalização digital”. As pessoas passam dias e noites conectadas ao cyber-espaço, tanto para relações interpessoais, como para as relações empresarias. Pessoas do mundo interno se relacionam, falam sobre os mesmos assuntos, de culturas e países completamente diferentes.

Na comunicação isso não poderia ser diferente. Mesmo porque tudo na comunicação “gira” muito rápido. As relações são muito velozes e as informações tornam-se obsoletas muito rapidamente. Promovendo um acúmulo de lixo eletrônico.  

A comunicação empresarial não está mais presa nas restritas possibilidades de se comunicar por cartas, fax e outros meios que nossos pais recordam-se. Nós vivemos a era digital com absoluta certeza. E a comunicação empresarial se beneficia exatamente disso.  Conforme dito a cima, a comunicação é um processo muito rápido. Portanto, as empresas já não conseguem mais trabalhar com eficiência e qualidade sem alguns mecanismos que a revolução digital proporciona, como, web releases 2.0, 3.0, intranet, entre outros.

Sendo assim, a revolução digital desempenha um papel essencial, se não fundamental para que a comunicação empresarial aconteça. Uma vez que dentro de uma empresa de médio e grande porte, fazer com que os departamentos “conversem” era quase um termo inacessível, hoje, é uma realidade que não pode mais ser ignorada para o bom funcionamento de uma organização/empresa. O fato, é que não podemos ignorar o avanço sem fazer parte do mesmo.

Camila Elena de Paula - 6º semestre de Relações Públicas FAAP FACOM

“O impacto da revolução digital nos modos da comunicação empresarial” Marina de Abreu Sodré

Os avanços tecnológicos propiciaram a popularização da internet. Hoje é extremamente necessária a inserção do individuo nesse mundo. O acesso à Internet possibilita experiências inesquecíveis, viagens deslumbrantes e conhecimentos maravilhosos. Mas, como tudo, é preciso tomar cuidado, há pessoas más intencionadas.

Esse novo mundo reformulou as maneiras de comunicação. Uma empresa não sobrevive mais sem usufruir da tecnologia. A tecnologia que veio para ajudar a comunicação empresarial, facilitar o transporte da informação, esfriou as relações.

O que mais acontece nas empresas é pessoas trocando informações, sem ter a menor idéia de quem é que ela está informando, ou pessoas da mesma sala, uma sentada ao lado da outra trocando e-mails e não palavras.

Eu acredito que, ao mesmo tempo que ela veio para facilitar o dia-a-dia da empresa, ela atrapalha. Acho que o ideal seria a junção das épocas antes-internet e pós-internet. Trocar informações via computador, e trocar informações pessoalmente.

Um texto muito legal que fala sobre isso é o Relacionamento Humano e Tecnologia.

 

 

 

Marina de Abreu Sodré -  6HRN

 

 

 

 

As relações públicas e sua função social no gerenciamento da responsabilidade social corporativa

Carolina Frazon Terra é Relações Públicas, professora do curso de Relações Públicas da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP

Já é sabido que atuação social com objetivos publicitários e mercadológicos não sustenta a boa imagem da organização junto aos seus públicos. Todavia, a comunicação é um elemento de suporte imprescindível no processo de responsabilidade social, pois: mobiliza a sociedade; estabelece bons relacionamentos com os públicos; identifica carências e aspirações da comunidade; conquista parceiros; divulga e torna públicas as ações éticas e transparentes da empresa; planeja, executa e avalia projetos e programas de cunho social, comunitário, ambiental, cultural e esportivo. E, quanto mais estratégica e planejada for a comunicação, mais chance de eficiência tem o projeto social.

A empresa que aspira ser socialmente responsável precisa se utilizar de uma comunicação simétrica de mão dupla, pois a bilateralidade permite a troca de informações e estabelece um diálogo, ao passo que a simetria propicia um equilíbrio entre a organização e seus públicos, com boa vontade para entender seus comportamentos e resolver conflitos, aprimorando a compreensão e construindo relacionamentos de benefícios mútuos.

O profissional que atuar na área social deve ter o conhecimento das teorias, técnicas e ferramentas de comunicação para aplicá-las no meio em que está inserido. É necessário que esse indivíduo realize atividades de planejamento, execução, controle, pesquisa, avaliação, divulgação (atividades inerentes à atividade de RP) e que conheça os veículos de comunicação para obter êxito na transmissão das mensagens aos públicos visados.

Em função do perfil do profissional de relações públicas, por sua função política, estratégica e, sobretudo social, entendemos que este tem condições de atuar na área de responsabilidade social. Como exemplo, temos as funções de mediação e relacionamento que as relações públicas exercem entre a organização (seja ela de que setor for) e seus públicos, além das atividades de elaboração de diagnósticos, prognósticos, estratégias e políticas direcionadas a diferentes setores do mercado e da sociedade em geral, desenvolvimento de pesquisas, identificação de anseios e necessidades, administração de crises, trato com públicos e opiniões de profissionais do mercado. O conhecimento e o mapeamento dos públicos realizado por este profissional o diferencia no gerenciamento da comunicação organizacional. Assim sendo, o profissional de relações públicas pode atuar no Primeiro, Segundo ou Terceiro Setor na área social ou não.

As relações públicas podem balizar sua atuação em dois tipos de projetos sociais: os puros (nos quais é praticada a filantropia empresarial sem divulgação) e os mistos (nos quais se faz a divulgação do projeto, objetivando a visibilidade e o marketing social). As empresas em geral precisam divulgar suas ações sociais para conseguir retorno de imagem e, eventualmente, até de vendas. Considera-se, aqui, a filantropia como a prática da ação social sem alarde, enquanto que a responsabilidade social empresarial é, atualmente, a prática de ações sociais objetivando visibilidade pública e retorno de imagem aos acionistas ou investidores do projeto. As relações públicas podem se apropriar da divulgação desses projetos, porém, com a consciência de que não se trata de um projeto social puro.

Em suma, dentro do contexto corporativo, raramente veremos os chamados projetos “puros”, uma vez que a organização depende desse retorno de imagem para se manter nos negócios, garantindo e perpetuando sua sobrevivência.

As ações de caráter social estão imbricadas de atividades de comunicação. Nota-se que, para se obter sucesso e eficácia em termos de divulgação, envolvimento e prestação de contas, a utilização de técnicas de comunicação é fundamental. E para se ter práticas comunicacionais eficientes e eficazes, a presença do meio-campista é de extrema relevância.

Contudo, questionamos: a responsabilidade social empresarial é um exercício comprometido ou é um modismo, um discurso vazio? Isso porque para ser socialmente responsável, a empresa deve cumprir uma série de obrigações que incluem uma relação saudável com funcionários e com todos os públicos a ela ligados, obediência às leis, comunicação ética e transparente, preservação do meio ambiente, fabricação de produtos com qualidade e não lesivos à sociedade, e deixar que a dimensão mercadológica seja superada pela social, não alardeando atos benemerentes praticados e não se valendo disso. Esperamos que não seja um modismo e sim uma condição sine qua non para a existência da organização e, mais, que seja uma tendência de âmbito mundial que minimize as diferenças sociais gritantes e vergonhosas em pleno século XXI.

Tal reflexão será sempre motivo de questionamento para os profissionais de comunicação que divulgam e propagam as benesses sociais de suas corporações. O que não pode faltar é, no entanto, a ética e a transparência organizacionais, pois “mentira tem perna curta” e o mau-caratismo organizacional nem pernas têm…

Fonte: http://www.comtexto.com.br/

 

Daniella Corsi e Fabíola Shalders

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